Uncategorized

/Uncategorized

Dr. Geniberto Campos recebe título de cidadão honorário de Brasília

Nesta quinta-feira, dia 13, o Dr. Geniberto Paiva Campos irá receber o título de cidadão honorário de Brasília. A sessão solene acontece às 19h, no plenário da Câmara Legislativa do DF. A iniciativa é da Deputada Distrital Arlete Sampaio.

Dr. Geniberto Paiva Campos nasceu em Natal, capital do Rio Grande do Norte, em 1942, e é médico cardiologista graduado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Foi Professor na Faculdade de Medicina da UnB por 15 anos e médico no hospital Sara Kubistchek. É militante na medicina e atua na Clínica Biocardios.

Apesar ter sofrido com as atrocidades cometidas contra aqueles que se opunham ao regime militar, Dr. Geniberto nunca deixou de lado a preocupação com o próximo, com a liberdade e com a democracia. Ativista político e social, Dr. Geniberto discutiu (e discute) o Brasil, continua lutando por um país mais justo, mais igualitário e mais democrático. É autor de artigos científicos na área da saúde, especialmente saúde pública. Também engajado em publicações de análise de conjuntura política, defensor do Sistema Único de Saúde (SUS), da democracia e dos direitos sociais.

 

 

 

Pressão Alta: A doença silenciosa que atinge 35% da população brasileira

Fonte: Viva Bem/UOL

A hipertensão arterial, popularmente chamada de pressão alta, atinge cerca de um bilhão de pessoas no mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). É o principal fator de risco para doenças cardiovasculares, como infarto agudo do miocárdio e acidente vascular cerebral (AVC).No Brasil, aproximadamente 35% da população tem a enfermidade, segundo dados do Ministério da Saúde, mas metade nem sabe disso. Das pessoas que têm conhecimento, 50% fazem uso de medicação, e, dessas, apenas 45% têm a pressão controlada. O que é hipertensão arterial? Trata-se de uma doença crônica e degenerativa, caracterizada pelos níveis elevados da pressão sanguínea nas artéria.

Leia mais 

Jantar tarde e pular o café da manhã elevam risco de morte em vítimas de infarto

Um estudo feito por pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) com apoio da Fapesp mostrou que as pessoas que não tomam café da manhã e jantam perto da hora de dormir têm resultados piores depois de um infarto.

De acordo com dados divulgados no artigo, vítimas de infarto que tinham dieta irregular apresentaram uma probabilidade de quatro a cinco vezes maior de morrer ou de sofrer outro ataque cardíaco dentro de 30 dias após a alta hospitalar.

Estudos anteriores descobriram que as pessoas que pulam o café da manhã e jantam tarde são mais propensas a ter outros hábitos considerados não saudáveis, como tabagismo e baixos níveis de atividade física. A dieta irregular já foi associada, em outros estudos, a aumento no risco de obesidade, resistência à insulina e doença cardiovascular.

 

Fonte:

Folha de S. Paulo

https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2019/05/jantar-tarde-e-pular-o-cafe-da-manha-elevam-risco-de-morte-em-vitimas-de-infarto.shtml

Cardiologista da Biocárdios defende técnica Tavi em artigo na Folha de S. Paulo.

O cardiologista Gustavo Lycurgo Leite publicou um artigo na Folha de S. Paulo defendendo que a técnica de cirurgia cardíaca Tavi seja incluída entre os procedimentos previstos nos planos de saúde.

Tavi é uma sigla em inglês para Implantação de válvula aórtica por cateter.

Recentemente o líder da banda Rolling Stones, Mick Jagger, foi operado com essa técnica com sucesso. Ele trocou uma válvula do coração por cateter, um procedimento menos invasivo que a cirurgia de peito aberto.

De acordo com Lycurgo, estudos recentes mostram que o Tavi é superior ao procedimento tradicional. Ela reduz o tempo de recuperação, o risco de derrame cerebral e de morte.

Gustavo Lycurgo é médico na Biocárdios e titular da Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista.

Leia mais:

https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2019/04/faca-como-mick-jagger-nao-abra-o-seu-coracao.shtml

 

Últimas diretrizes americanas de prevenção da doença cardiovascular

10 mensagens para a Prevenção Primária de Doença Cardiovascular

1. A maneira mais importante de prevenir a doença vascular aterosclerótica, insuficiência cardíaca e fibrilação atrial é promover um estilo de vida saudável ao longo da vida.

2. Uma abordagem de cuidados em equipe é uma estratégia eficaz para a prevenção de doenças cardiovasculares. Os médicos devem avaliar os determinantes sociais da saúde que afetam os indivíduos para informar as decisões de tratamento.

3. Adultos entre 40 e 75 anos de idade que estão sendo avaliados para prevenção de doenças cardiovasculares devem ser submetidos a uma estimativa de risco para doença cardiovascular aterosclerótica a cada 10 anos (ASCVD) e ter um discussão médico-paciente sobre o risco antes de iniciar a terapia farmacológica, como o tratamento anti-hipertensivo, uma estatina ou aspirina. Além disso, a avaliação de outros fatores que aumentam o risco pode ajudar a decidir sobre intervenções preventivas em indivíduos selecionados, assim como a análise do cálcio da artéria.

4. Todos os adultos devem consumir uma dieta saudável que enfatize a ingestão de vegetais, frutas, nozes, cereais, proteína vegetal ou animal magra e peixe e diminuir a ingestão de gorduras trans, carnes, carboidratos refinados e bebidas açucaradas. Para adultos com sobrepeso e obesidade, aconselhamento e restrição calórica são recomendados para alcançar e manter a perda de peso.

5. Os adultos devem ter pelo menos 150 minutos por semana de atividade física de intensidade moderada ou 75 minutos por semana de atividade física de intensidade vigorosa.

6. Para adultos com diabetes mellitus tipo 2, mudanças no estilo de vida, tais como melhorar hábitos e fazer exercícios, são cruciais. Se a medicação for indicada, a metformina é a terapia de primeira linha, seguida pela consideração de um inibidor do cotransportador de sódio-glicose 2 ou um glucagon-like agonista do receptor de peptidio-1.

7. Todos os adultos devem ser avisados em todas as consultas de saúde para os problemas do uso de tabaco, e aqueles que usam tabaco devem ser assistidos e fortemente aconselhados a desistir.

8. A aspirina deve ser usada com pouca frequência na prevenção primária de rotina de doença aterosclerótica (ASCVD) devido à falta de benefício.

9. A terapia com estatina é o tratamento de primeira linha para a prevenção primária de aterosclerose (ASCVD) em pacientes com níveis elevados de colesterol de lipoproteína de baixa densidade (≥ 190 mg / dL), aqueles com diabetes mellitus, que têm de 40 a 75 anos de idade, e aqueles determinados com risco suficiente de doença aterosclerótica (ASCVD) após uma discussão de risco clínico-paciente.

10. As intervenções não farmacológicas são recomendadas para todos os adultos com pressão arterial elevada e hipertensão. Para aqueles que requerem terapia farmacológica, a pressão arterial alvo deve geralmente ser de <130/80 mm Hg.

Fonte: https://www.ahajournals.org/doi/pdf/10.1161/CIR.0000000000000678

Pesquisa alerta que aquecimento global pode aumentar risco de doenças do coração

A mudança climática já está afetando a saúde humana e no futuro pode alterar a prevalência de diversas doenças que são sensíveis ao clima.

A Organização Mundial da Saúde prevê que o aquecimento global pode causar até 250 mil mortes entre os anos de 2030 e 2050. Esse fenômeno pode causar mais doenças tropicais, diminuir a qualidade da água e da alimentação e aumentar os problemas cardíacos e respiratórios. Segundo uma nova pesquisa publicada no New England Journal of Medicine, a redução da poluição pode ajudar a diminuir esses problemas.

Os pesquisadores defendem que investimentos e políticas para promover a adaptação proativa e efetiva de redução de gases do efeito estufa podem diminuir a magnitude e o padrão dos riscos de saúde, particularmente no médio e longo prazo.

Fonte: https://bit.ly/2Mji1qW

Governo elabora primeiro protocolo para tratamento de obesidade

O Ministério da Saúde abriu uma enquete pública para elaborar o primeiro Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) para tratamento de casos de obesidade e sobrepeso. O documento poderá receber contribuições de representantes da sociedade civil e profissionais de saúde até o próximo dia 11 de setembro.

Segundo o Ministério, o objetivo é aprimorar e qualificar o atendimento e a conduta terapêutica de pacientes na atenção básica e especializada no Sistema Único de Saúde (SUS). A pasta alerta que a adoção do protocolo pode contribuir para prevenir e controlar a obesidade e o sobrepeso no país, além de garantir mais segurança e efetividade clínica e científica aos profissionais de saúde.

A obesidade é uma das doenças que mais tem crescido nos últimos anos em nível global. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) mostram que os índices de obesidade e sobrepeso quase triplicaram desde 1975. Em todo o mundo, existem pelo menos 650 milhões de obesos. No Brasil, um em cada cinco pessoas estão obesas e mais da metade da população das capitais estão com excesso de peso, segundo a Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel).

O impacto sobre o Sus também tem crescido. Em 2012, a rede pública realizou pouco mais de mil cirurgias bariátricas e reparadoras de pacientes obesos. O número de intervenções subiu para 8,1 mil, em 2016, segundo o Ministério da Saúde.

Participação

A Sociedade Brasileira de Endocrinologia convocou a participação de endocrinologistas na elaboração do protocolo. A Associação Brasileira de Nutrologia (Abran) também se manifestou favorável à contribuição dos nutrólogos para elaborar o protocolo, devido à preocupação com a gravidade e o aumento da doença na população.

“A obesidade é uma doença crônica e multifatorial, que vai desde meio ambiente até condição de alimentação, meios de saúde e até genética. Por ser considerada uma doença crônica, infelizmente, se você para de tratar, ela volta. Ela é responsável por mais de 30 patologias, desde a hipertensão, diabetes, colesterol elevado, infarto, acidente vascular cerebral e até câncer”, alertou Dimitri Homar, representante da regional da Abran, em Brasília.

Uma das demandas que o especialista coloca é a volta de medicamentos de baixo custo que auxiliavam no tratamento da obesidade e foram retirados do mercado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O Ministério da Saúde explicou que a enquete garante a participação popular desde a primeira etapa do processo de elaboração do protocolo, que ainda deve passar por consulta pública para deliberação final.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

Atividade física reduz efeitos de doenças no inverno para os idosos

Fonte: G1

O mês de agosto foi o responsável por trazer uma dos períodos mais frios de 2018. Apesar de muitas pessoas gostarem do clima, outras ficam em alerta com as várias doenças que aparecem nesta época e que prejudicam, principalmente, os idosos.

Para este público em especial, médicos geriatras aconselham a prática de atividades físicas. Entretanto, uma série de cuidados devem ser tomados.

Entre as atividades, uma opção é a yoga, que proporciona ambiente aconchegante e de temperatura agradável para que todos possam se exercitar, além de ajudar na respiração.

 

Exposição a cigarro na infância está associada a doenças do pulmão

Fonte: Revista Galileu

Crianças que absorvem a fumaça do cigarro passivamente durante a infância estão mais propensas a desenvolver doença crônica do pulmão (DPOC) no futuro e morrer por causa dessa efemeridade.

A informação foi levanta durante estudo da Sociedade Americana do Câncer, trazendo à tona que os riscos à exposição do tabaco são ainda mais graves do que se imaginava.

A metodologia de trabalho dos pesquisadores baseou-se no acompanhamento de mais 70 mil adultos dos Estados Unidos que nunca fumaram entre os anos de 1992 a 2014.

Assustadoramente, perceberam que os participantes que haviam informado ter vivido com algum fumante em algum momento da infância tinham 21% mais chances de morrer de uma doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), como enfisema ou bronquite, por exemplo.

Para aqueles que viveram com um fumante durante toda a infância (definida como fase que vai até os 16 ou 18 anos), a probabilidade de ser acometido fatalmente pela doença chegou a 31%.

Os resultados, publicados no periódico científico American Journal of Preventative Medine, são os primeiros que indicam o perigo em ser um fumante passivo durante os anos cruciais da infância e adolescência podem levar a problemas de saúde grave e até a morte na fase adulta.

“A evidência levantada com resultados desse estudo sugere que a exposição infantil ao tabagismo passivo pode ser o primeiro passo em uma cadeia de eventos que começam com um desenvolvimento pobre no pulmão e asma na infância, levando ao surgimento de DPOC e, por fim, uma morte advinda de doença respiratória crônica”, afirmaram os autores do estudo.

“Apesar de nossas análises terem como foco os resultados de mortalidade, deve-se notar que uma associação entre o tabagismo infantil na infância e o desenvolvimento de doenças crônicas no pulmão fatais na fase adulta implica que a infância, provavelmente, tem impacto nos efeitos de doenças respiratórias no futuro.”

De fato, um grande número de pesquisas encontrou uma associação entre exposição ao tabagismo na infância e um elevado risco de desenvolvimento de condições pulmonares e cardiovasculares, além de múltiplas formas de câncer tanto quando criança ou adulto.
“Precisamos ficar alertas sobre os efeitos do tabagismo passivo; eles parece durar por muito tempo. Precisamos continuar a reduzir nossa exposição e ele”, afirmou Ryan Diver, autor da pesquisa ao jornal americano The Washington Post.

Metodologia do estudo
Diver e sua equipe selecionaram os participantes do estudo a partir de uma pesquisa nacional prevenção de câncer realizada pela Sociedade Americana do Câncer, que coletou dados demográficos, ambientais, comportamentais e médicos de mais de 184 mil homens e mulheres com 50 a 74 anos de idade.

Dos 70.900 mil que preencheram a análise, cerca de 52% afirmaram ter vivido com um fumante em algum momento durante a infância. Desse montante, 74% revelam ter vivido com um ou dois fumantes durante toda sua juventude.

Os autores observaram que a proporção de pessoas que cresceram em lares de fumantes aumentou consecutivamente entre os anos de 1918 a 1942 – o que faz sentido, já que os cigarros tornaram-se mais populares com o avanço do século 20, principalmente entre as mulheres.

(Com informações de IFLScience)

 

Doenças crônicas são responsáveis por 63% de todas as mortes no mundo, diz OPAS

Em congresso de gestores e especialistas da América Latina, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) afirmou nesta sexta-feira (3), no Rio Grande do Sul, que as doenças crônicas matam 36 milhões de pessoas por ano em todo o mundo. Número de falecimentos equivale a 63% de todas as mortes registradas anualmente. As mais fatais dessas enfermidades são as doenças cardiovasculares e o acidente vascular cerebral (AVC).

“Se reduzirmos a mortalidade por doença cardíaca isquêmica e acidente vascular cerebral em 10%, reduziremos as perdas econômicas em ao menos 25 bilhões de dólares por ano, o que é três vezes maior que o investimento necessário para medidas de prevenção e controle”, disse a coordenadora de Determinantes da Saúde, Doenças Crônicas Não Transmissíveis e Saúde Mental da OPAS no Brasil, Katia Campos.

A especialista representou a agência regional da ONU no XXI Congresso Ibero-americano de Doenças Cerebrovasculares e no Encontro Ministerial Latino-americano de AVC. Evento reúne pesquisadores, clínicos e decisores políticos até sábado na cidade gaúcha de Gramado.

“As doenças crônicas são de longe a principal causa de morte no mundo, representando 63% de todas as mortes anuais. Essas enfermidades, principalmente o câncer, diabetes, doenças cardiovasculares e doenças respiratórias crônicas, tiram a vida de 36 milhões de pessoas a cada ano”, acrescentou Katia.

As doenças cardiovasculares e o AVC foram responsáveis por tirar a vida de 17,7 milhões de pessoas no mundo — o que representa 31% de todas as mortes em nível global.

Os principais fatores de risco para essas patologias são dietas inadequadas, sedentarismo, uso de tabaco e consumo nocivo de álcool. As consequências desses tipos de comportamento podem se manifestar em indivíduos por meio de pressão arterial elevada, glicemia alta, hiperlipidemia, sobrepeso e obesidade.

A OPAS aponta uma série de medidas que têm se mostrado eficazes na redução do risco de doenças crônicas. Ações de prevenção incluem a interrupção do tabagismo, a diminuição do sal na dieta, o consumo de frutas e vegetais, a prática de atividades físicas regulares e o uso não nocivo do álcool. O tratamento medicamentoso da diabetes, hipertensão e hiperlipidemia também podem ser intervenções necessárias para diminuir riscos cardiovasculares e evitar ataques cardíacos e AVCs.

 

Fonte: Opas